Estrangeiros no momento
2004-01-15
 
Aborto - liberdade e responsabilidade
Quanto à questão do aborto, muito claramente, nem o espermatozóide, nem o óvulo, nem o ovo, nem o embrião antes de ter sistema nervoso funcional, são vida humana. São apenas hipóteses. Mas tem de haver um prazo para o aborto. Hoje há bebés viáveis aos 5 meses. E nesse caso abortar só pode ser permitido por razões médicas extremas. Só especialistas poderão dizer algo, mas o prazo não deve poder ir alem de 4 meses. Antes desse prazo o aborto deve ser livre.

Quanto ao pagamento do aborto, há que ficar claro que a gravidez não é uma doença. Todos devemos solideriedade (fraternidade, se quiserem) a quem tem a sua saúde em risco. Ora na maioria dos casos a gravidez não põe em causa a saúde da mulher. Quando não há problemas de saúde os abortos devem ser pagos por quem os quer fazer. As prioridades do estado devem ser a educação sexual gereralizada, o acesso a todos os contraceptivos, a venda livre da pílula do dia seguinte, e a legalização da pílula abortiva. Deve ainda criar uma rede de casas de acolhimento capazes de apoiar mulheres em situações críticas, como adolescentes grávidas sem apoio familiar. O acesso a dispendiosos meios cirurgicos subsidiados pelo estados deve depender de parecer médico, que deve incluir uma avaliação credível da situação psicológica da mulher. O aborto ilegal não é gratuito, no entanto inúmeras mulheres praticam-no sistematicamente (até mais de dez vezes ao longo da vida). O Estado não deve financiar quem por sistema não adopta métodos preventivos NA



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